"Good bye my friend is hard to die, when all the birds are singing in the sky" - Terry Jacks
Logo que saí de Salvador para morar em São Paulo, não pensei que minha vida fosse mudar tanto.
Lembro que alguns anos antes tinha terminado de ler pela segunda ou terceira vez, Vidas Secas de Graciliano Ramos. Me sentia um pouco retirante e me inspirava na força de um personagem, a cadela Baleia.
Quando Carol me convidou para morar com ela, combinamos que seria apenas pelos primeiros meses, até que eu me adaptasse à cidade, ao emprego e à nova vida.
Ela morava com seu irmão, Piti, que também me recebeu de braços abertos, do sue jeito tímido e calado, mas de braços abertos e assim me senti em casa, em família.
Mas haviam mais dois moradores na casa. Um casal de labradores, o Jack e a Preta.
Nunca vi uma amizade tão grande entre dois animais, tanto companheirismo, ele sempre como referência para ela.
Ele sempre forte, imponente, mas derretido por comida ou simplesmente por qualquer manifestação de carinho principalmente vinda do Piti.
Por ser ligeiramente gordo, foi apelidado de baleia, creio eu que muito mais pela personagem de Graciliano que uma simple alusão ao animal marinho.
Hoje, terça-feira de carnaval, infelizmente o Jack, o Baleia morreu e o vazio é enorme. Estamos todos muito sentidos com a perda.
A Preta com certeza se sentirá perdida, seu referencial, amigo, companheiro não mais estará lá para as travessuras ou simplesmente ficarem deitados lado a lado ou um sobre o outro como costumavam fazer.
O Jack entrou na minha vida assim, por acaso, me recebeu com poucos latidos no início mas depois sempre com muito carinho e o rabo balançando.
Saudades Jack.
Lembro que alguns anos antes tinha terminado de ler pela segunda ou terceira vez, Vidas Secas de Graciliano Ramos. Me sentia um pouco retirante e me inspirava na força de um personagem, a cadela Baleia.
Quando Carol me convidou para morar com ela, combinamos que seria apenas pelos primeiros meses, até que eu me adaptasse à cidade, ao emprego e à nova vida.
Ela morava com seu irmão, Piti, que também me recebeu de braços abertos, do sue jeito tímido e calado, mas de braços abertos e assim me senti em casa, em família.
Mas haviam mais dois moradores na casa. Um casal de labradores, o Jack e a Preta.
Nunca vi uma amizade tão grande entre dois animais, tanto companheirismo, ele sempre como referência para ela.
Ele sempre forte, imponente, mas derretido por comida ou simplesmente por qualquer manifestação de carinho principalmente vinda do Piti.
Por ser ligeiramente gordo, foi apelidado de baleia, creio eu que muito mais pela personagem de Graciliano que uma simple alusão ao animal marinho.
Hoje, terça-feira de carnaval, infelizmente o Jack, o Baleia morreu e o vazio é enorme. Estamos todos muito sentidos com a perda.
A Preta com certeza se sentirá perdida, seu referencial, amigo, companheiro não mais estará lá para as travessuras ou simplesmente ficarem deitados lado a lado ou um sobre o outro como costumavam fazer.
O Jack entrou na minha vida assim, por acaso, me recebeu com poucos latidos no início mas depois sempre com muito carinho e o rabo balançando.
Saudades Jack.

1 Comments:
Assim como vc e Carol, eu amava muito o Jack... Ele foi meu companheiro em muitas aventuras, foi meu confidente, me consolou. Nossa viagem pro nordeste foi inesquecível... e como ele despertava o carinho em todos onde quer que a gente fosse... aguentou o calorão no pota-malas do carro, estrada afora, entrou escondido nos hoteis de estrada.
Obrigada, Gab, por essa homenagem. Por ser também tão bonito, assim como era o Jack.
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